O Met Gala 2026, um dos eventos mais importantes da moda internacional, volta a movimentar o universo fashion com novidades dentro e fora do tapete vermelho. Além do tradicional jantar beneficente, o Metropolitan Museum of Art prepara uma exposição que dialoga diretamente com o tema da edição e que pode ser conferida até janeiro de 2027.
Entre mais de 400 peças selecionadas para a exposição Costume Art, uma criação brasileira ganha protagonismo: a estilista Renata Buzzo é a única representante do país na mostra oficial.
A peça escolhida, chamada Corset Anatomia, integra a coleção Corpo e traz uma abordagem conceitual sobre o feminino, explorando ciclos de transformação, amadurecimento e rupturas simbólicas vividas pelas mulheres.
A própria estilista celebrou a conquista nas redes sociais e destacou o caráter experimental do trabalho:
“A minha coleção feia e nada delicada que me fez trilhar caminhos solos por aqui foi solicitada pelo Metropolitan Museum of Art de NY para integrar o acervo permanente do museu”, afirmou.
Além de integrar a exposição, a obra também foi escolhida como imagem de divulgação global da mostra.
A edição de 2026 traz como tema Costume Art, propondo um diálogo entre roupas, esculturas, pinturas e o corpo humano ao longo da história.
O objetivo da curadoria é reforçar a moda como expressão artística, aproximando o vestuário de diferentes períodos históricos e linguagens visuais.
A mostra será aberta ao público em 10 de maio e permanece em cartaz até 10 de janeiro de 2027, no Met Museum, em Nova York.
O Met Gala 2026 acontece em 4 de maio e terá como tema de dress code Fashion is Art, reforçando a proposta artística da exposição.
A lista de anfitriões inclui nomes de grande impacto global, como Beyoncé, Nicole Kidman, Venus Williams e a icônica editora da Vogue, Anna Wintour.
Já o comitê organizador reúne figuras da moda e da cultura pop, como Zoë Kravitz, Doja Cat, Sabrina Carpenter e Lisa.
O evento também chama atenção fora das passarelas pelo patrocínio de nomes influentes, como Jeff Bezos e Lauren Sánchez Bezos, além da grife Saint Laurent.
A escolha gerou debates nas redes sociais, principalmente sobre a influência crescente de grandes empresários no universo da moda.